Foto: Reprodução/Giro do Boi.

No quadro “A Protagonista”, do Giro do Boi, a advogada tributarista Ana Laura Leite trouxe um alerta decisivo para o produtor rural em 2026: a gestão do patrimônio é o que define se a fazenda continuará ativa ou se será fragmentada após a sucessão.

No agronegócio, onde a maior parte da riqueza está imobilizada em terras e máquinas, a falta de liquidez (dinheiro em espécie) é a maior inimiga das famílias no momento do inventário. A sucessão não planejada pode custar até 20% do valor total do patrimônio.

Em uma propriedade avaliada em R$ 10 milhões, por exemplo, os herdeiros precisam desembolsar R$ 2 milhões para arcar com o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), honorários e taxas cartorárias.

Confira:

Ferramentas para garantir a continuidade

A gestão patrimonial vai além dos números; ela preserva o elo familiar. Inventários sem planejamento costumam durar décadas e geram disputas entre irmãos que podem paralisar a operação da fazenda.

Existem soluções adaptáveis desde o pequeno produtor até grandes grupos econômicos, com coberturas que garantem a continuidade da atividade agrícola. Vale ressaltar que o investimento em um planejamento sucessório é consideravelmente menor do que o prejuízo financeiro e emocional de um inventário litigioso.

“No agronegócio, plantar é a operação, mas garantir que a colheita permaneça com as próximas gerações é a verdadeira gestão”, afirmou Leite.

Desafios do agronegócio

Além da gestão patrimonial, a especialista também destacou outros desafios enfrentados pelos produtores. A rotatividade de funcionários é considerada um dos principais problemas que podem afetar a saúde financeira da fazenda. A falta de continuidade nas equipes pode gerar custos elevados e comprometer a produtividade.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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