Cacau sobe em Nova York com aumento das moagens na Ásia e Europa
A demanda por cacau mostrou sinais de força em algumas regiões de consumo, e contribuiu para a precificação dos contratos futuros na bolsa de Nova York. Os lotes com vencimento em dezembro fecharam em alta de 1,67%, para US$ 5.837 a tonelada.
A demanda por cacau mostrou sinais de força em algumas das principais regiões de consumo. Na Europa, principal continente em termos de demanda, a moagem de amêndoas alcançou 348,21 mil toneladas no terceiro trimestre de 2026, alta de 3,2% em relação ao processamento do mesmo período do ano anterior.
Na Ásia, o processamento de cacau foi de 223,76 mil toneladas, com crescimento de 23,7% na mesma base de comparação.
Apesar dos resultados indicarem incremento da demanda, o site Mercado do Cacau pontua em análise que a evolução da moagem precisa ser analisada em conjunto com outros indicadores para avaliar a dinâmica da demanda industrial e seus possíveis reflexos sobre o mercado.
Café
O café arábica praticamente apagou as altas na sessão da véspera e recuou. Os contratos do arábica para dezembro caíram 1,09%, para US$ 2,9480 a libra-peso.
Analistas ouvidos pela reportagem reforçam que o quadro de baixa para os preços deve prevalecer em meio às expectativas de exportações aquecidas do Brasil, clima favorável para o desenvolvimento da safra no país, e ainda em outras regiões produtoras do mundo, como a Ásia.
Açúcar
O preço do açúcar voltou a subir em Nova York. Os lotes do demerara para março do ano que vem se valorizaram de 1,39%, a 21,13 centavos de dólar a libra-peso.
Suco de laranja
O suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) se desvalorizou na bolsa de Nova York. Os lotes para novembro caíram 1,96%, negociados a US$ 1,3965 a libra-peso.
Algodão
Por fim, nos negócios do algodão na bolsa americana, os lotes da pluma para dezembro caíram 0,74%, a 80,06 centavos de dólar a libra-peso.